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09/02/2026

presente
bom dia. a saúde é o maior presente que podemos dar a nós mesmos e às pessoas que amamos. é ela que nos permite estar presentes e disponíveis para o que realmente importa.

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QUICK TAKES
Para se emocionar: Menina vai ao bar do pai contar que foi aprovada em 1º lugar em medicina… e todos acabam chorando
Para se impressionar: Brasil registrou quase 3 mil amputações de pênis nos últimos 5 anos
Para assistir: Criança que teve 40% do corpo queimado — e ficou internada por 3 meses — é recebida por amigos na escola
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Na edição de hoje:
🏥 Quatro em cada dez casos de câncer são evitáveis.
🔥 O que está em alta no universo da saúde.
👏 Startup de Stanford desenvolve pulseira que monitora ciclo menstrual.
⛽️ O fim do chumbo na gasolina funcionou — e a prova está no nosso cabelo.
📹️ Os melhores conteúdos que vimos pela internet.
Segunda-feira, 09/02/26
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BIG STORY
Quatro em cada dez casos de câncer são evitáveis

(Imagem: Axios)
Uma nova pesquisa da Organização Mundial da Saúde revelou que quase 4 em cada 10 casos de câncer registrados em 2022 estavam ligados a fatores evitáveis — ou seja, 7,1 milhões de diagnósticos poderiam ter sido evitados.
O estudo foi publicado na revista Nature Medicine e analisou 36 tipos de câncer em 185 países.
Por definição, o estudo considerou exposições ou práticas cotidianas modificáveis como “fatores evitáveis” para o surgimento da doença. Alguns exemplos:
Uso de tabaco e poluição atmosférica;
Consumo de álcool;
Falta de vacinação;
Obesidade e sedentarismo;
Exposição à radiação ultravioleta.
Na prática, são aspectos que podem ser alterados por políticas públicas, mudanças de estilo de vida ou acesso ampliado a vacinas e exames.
🩺 Dentre todos os fatores listados, dois foram elencados como os principais: tabagismo e infecções. No entanto, “o primeiro lugar” varia de acordo com o país.

(Imagem: OMS)
Um exemplo claro é a alta incidência de câncer de colo do útero em países da América Latina e da África Subsaariana.
🩺 Mesmo com vacinas eficazes contra o HPV, a doença ainda mata mais de 30 mil mulheres por ano só na região latino-americana.
Outro dado que chama atenção é que o câncer de pulmão, fortemente ligado ao tabaco e à poluição, afeta homens e mulheres de forma diferente.
Embora os fatores de risco sejam semelhantes, o número de casos entre os homens (1,3 milhão) é quase três vezes maior do que entre as mulheres (477 mil).

(Imagem: Waffle Studios)
Em outras palavras: embora os fatores estejam identificados, a vulnerabilidade ao câncer permanece profundamente desigual.
O que tirar disso?
Mudar hábitos salva vidas — e quanto antes, melhor. A prevenção começa com escolhas individuais. No entanto, ela depende de políticas sérias que garantam vacinas, ambientes limpos e acesso ao diagnóstico precoce.
A pergunta que fica é: vamos transformar esses dados em ação ou continuar ignorando o que pode ser evitado?
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RESEARCH
Startup de Stanford desenvolve pulseira que monitora o ciclo menstrual

(Imagem: Clair)
A saúde hormonal feminina está prestes a ganhar um novo aliado: a startup Clair está desenvolvendo um dispositivo vestível que promete revolucionar o monitoramento contínuo de hormônios de forma não invasiva, prática e privada.
O objetivo é ambicioso, mas necessário: oferecer às mulheres um recurso confiável para entender variações hormonais que impactam não só a fertilidade, mas também o humor, o metabolismo, a energia e o bem-estar.
A ideia surgiu em 2024, quando Jenny Duan e Abhinav Agarwal se conheceram e começaram a desenhar o projeto. Nos meses seguintes, o que era um esboço tornou-se produto.
Como funciona o acessório da Clair?
A pulseira utiliza sensores de biofluidos que detectam pequenas moléculas hormonais presentes no suor, como estrogênio e progesterona.
Esses sinais químicos são convertidos em dados digitais e analisados diretamente no aplicativo do celular, sem necessidade de coletar sangue.
A tecnologia utiliza algoritmos treinados para identificar padrões hormonais ao longo do ciclo menstrual em tempo real.
Com isso, a usuária recebe alertas e interpretações personalizadas sobre seu equilíbrio hormonal, tudo de forma contínua, discreta e indolor.
🔮 Looking forward: os próximos passos incluem testes clínicos em parceria com a Stanford Medicine e o processo de aprovação junto à FDA, que é o equivalente à ANVISA nos Estados Unidos.
A meta é transformar a pulseira em uma ferramenta médica confiável, acessível e validada cientificamente.
APRESENTADO POR FACULDADE SÍRIO-LIBANÊS
Seu cérebro aperta o “esvaziar lixeira” pra 90% do que você aprende
Estudos de neurociência mostram que, sem aplicação prática, retemos apenas 10% de uma nova informação após 30 dias.
Na área da saúde, onde o conhecimento é complexo, o único antídoto para essa perda é a aprendizagem experiencial — o famoso "aprender fazendo".
É por isso que a Faculdade Sírio-Libanês prioriza aulas práticas e visitas técnicas no seu próprio hospital. E pra dar um empurrãozinho nesse começo de ano, os cursos de pós-graduação estão com 30% OFF na Semana da Saúde.
CASE DE SUCESSO
O fim do chumbo na gasolina funcionou — e a prova está no nosso cabelo

(Imagem: physicians.org)
Sim, você leu certo. Cientistas da Universidade de Utah analisaram amostras de cabelo de moradores do estado desde 1916 e constataram um dado marcante:
Os níveis de chumbo caíram 100 vezes após a criação da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA), em 1970, responsável por proibir o uso do metal na gasolina e em vários produtos.
O estudo — publicado na revista PNAS — analisou cabelos antigos e recentes de moradores de Utah, incluindo fios guardados por famílias.
Por que isso importa?
O chumbo é um neurotóxico que atravessa barreiras do organismo e interfere no funcionamento das células nervosas.
Em crianças, mesmo exposições mínimas podem reduzir o QI, causar dificuldades de aprendizado e provocar distúrbios de comportamento.
Em adultos, afeta o coração e os rins, acelera o envelhecimento hormonal e, mais grave, não existe nível seguro — os danos são acumulativos e podem durar uma vida inteira.
Os EUA estavam imersos em chumbo: era encontrado no ar, na água, nas tintas, nas tubulações e, principalmente, nos escapamentos dos carros.
O metal era adicionado à gasolina para melhorar o desempenho dos motores, mas seus efeitos tóxicos — especialmente no cérebro infantil — foram ignorados por décadas.
Os números comprovam a melhora: antes das regulações, os níveis ultrapassavam 100 partes por milhão (ppm). Hoje, estão abaixo de 1 ppm — uma mudança com reflexo direto na saúde pública.
RODAPÉ
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